Pedro Geraldes Martins, sócio fundador da GM Advogados

Começar a usar a Legau foi a melhor decisão que tomei nos últimos anos

Mais tempo para o que importa, trabalho com mais profundidade e menos stress: como a Legau passou a fazer parte do dia-a-dia de Pedro Geraldes Martins, sócio fundador da GM Advogados.

Pedro Geraldes Martins fundou a GM Advogados, uma sociedade dedicada sobretudo ao contencioso. Uma parte importante da carteira de clientes são instituições financeiras, que a sociedade representa em litigância de massa e cobrança de dívidas, mas também quando são elas as demandadas, em ações sobre responsabilidade bancária. O resto do trabalho vem de empresas e particulares, quase sempre em ações cíveis.

Na prática, isto significa muitos processos abertos ao mesmo tempo, muita documentação para ler e analisar e clientes que querem saber, com regularidade, em que ponto estão os seus casos. A sociedade começou a usar a Legau em maio de 2025. Ano e meio depois, quando lhe perguntámos o que mudou, o Pedro começa pelo enorme ganho de tempo.

“Introduzimos o Legau na nossa prática há cerca de ano e meio, desde maio de 2025, e o impacto do Legau na nossa prática tem sido excecional, principalmente no ganho de tempo que nos permite, nomeadamente na análise de documentos.”

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O que mudou na rotina do escritório

A primeira utilização é a mais básica: analisar. Peças processuais, sentenças, contratos e os restantes documentos que é preciso ter presentes para acompanhar um processo. O Pedro usa a Legau para analisar essa informação e chegar mais cedo aos pontos que interessam em cada caso. O tempo que poupa nessa fase não desaparece; passa antes para outras partes do trabalho.

A segunda é a escrita. O Pedro diz que tem usado a Legau “muito” na elaboração de peças processuais: requerimentos avulsos, petições, contestações, alegações. E também, “bastante”, no que escreve para os clientes, seja em e-mails a explicar o ponto de situação, seja em memorandos sobre o estado dos processos. Para uma sociedade que trabalha com instituições financeiras e com volumes grandes de processos, esta comunicação regular é uma parte do trabalho que ocupa horas todas as semanas.

“Esta capacidade de tratamento e de análise da informação permite-nos identificar mais rapidamente os pontos essenciais de cada processo, de cada questão que está em causa, e com isso estruturar o trabalho com maior eficiência, o que nos permite depois dedicar mais tempo à análise jurídica, à definição das estratégias processuais e, ao fim e ao cabo, ao acompanhamento do cliente.”

“Permite-nos acelerar este tipo de tarefas, organizar melhor o nosso trabalho e assegurar uma resposta mais rápida àquilo que o cliente nos vai pedindo. O que se reflete naturalmente em acréscimos de produtividade da nossa equipa.”

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Contra-alegações num processo de quase dez anos

Quando lhe pedimos para nos falar de um caso concreto, o Pedro escolheu “um exemplo muito prático e muito recente”. Nas semanas anteriores à conversa, tinha estado a preparar contra-alegações num processo que se arrastou durante quase dez anos. Havia milhares de páginas de documentação e um julgamento com vários dias de sessões gravadas, em que os depoimentos somavam, nas palavras dele, “muitas, muitas horas”.

Para responder ao recurso, era preciso voltar a esses depoimentos, saber o que cada testemunha e cada parte tinha dito e encontrar o que interessava para as questões em discussão. O Pedro usou o assistente de transcrição da Legau para transcrever as sessões. Depois pediu à Legau que resumisse cada depoimento e assinalasse o que era mais relevante para os pontos em discussão no processo e no recurso. O trabalho de construir a resposta continuou a ser dele. A diferença esteve no tempo que levou a chegar lá.

“Aquilo que me levaria provavelmente mais de uma semana, consegui fazer num dia. E, de facto, foi um ganho de tempo excecional.”

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O efeito fora do escritório

Há um outro lado deste ganho de que o Pedro também fala. Lembra os dias inteiros passados a redigir um contrato ou uma peça processual, um trabalho que descreve como “moroso e fastidioso” por vezes. E admite que o resultado poderia muitas vezes depender do contexto pessoal e do stress associado ao contexto.

Hoje, quando essas tarefas se resolvem em menos tempo, diz que ter a ferramenta disponível “acaba por ser um descanso”. Resolver as questões mais depressa faz diminuir os níveis de stress. E o tempo que sobra não vai todo para mais trabalho.

“Permite-nos fazer mais tarefas em menos tempo e, com certeza, passamos a ter mais disponibilidade também para nós próprios e para a família. Obviamente, isso tem reflexos ao nível do stress e da saúde mental do advogado, é evidente.”

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Mais rápido, mas também mais aprofundado

Seria fácil ficar pelo tempo ganho. Mas a parte da conversa em que o Pedro se demora mais é outra: a forma como usa o assistente da Legau e o que isso faz à qualidade do trabalho.

O Pedro não usa a ferramenta para pedir um texto pronto. Usa-a em diálogo. Vai “falando com ele”, como diz, colocando questões jurídicas sucessivas. Pede-lhe que veja um problema “sob uma determinada perspetiva”, explora as dúvidas que vão aparecendo e volta aos pontos que merecem mais atenção. Cada pergunta parte da resposta anterior, e o advogado vai aprofundando a questão “à medida que o nosso raciocínio vai evoluindo”.

Quem conduz o raciocínio continua a ser o advogado: é ele que escolhe as perguntas, avalia as respostas e decide o que aproveitar. O que a Legau lhe dá é a possibilidade de testar mais perspetivas e cenários e ir mais fundo em cada ponto do que o tempo normalmente permitiria. Para o Pedro, isso torna o trabalho “mais ágil” e leva as questões “ao nível mais profundo”.

“Com o assistente, vejo que o nosso trabalho também é feito com mais qualidade, com mais profundidade.”

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No Word e no Outlook, sem mudar de janela

Um dos pormenores que o Pedro mais valoriza é o facto de a Legau estar dentro dos programas que já usa (Word e Outlook). Compara-a com outras ferramentas de IA, que obrigam a ter uma janela aberta ao lado e a passar texto de um sítio para o outro.

Talvez por isso a ferramenta tenha deixado de ser algo que abre para uma tarefa específica. Hoje está ligada quase o dia todo, “sempre ali, naquele cantinho”, enquanto ele redige peças e responde a clientes.

“É excelente, porque nas ferramentas de IA temos que ter aquilo aberto num ecrã ao lado, e aqui não. De facto, é excelente o facto de estar integrado no Word e no Outlook, que são os programas que mais usamos.”

“(...) é uma ferramenta que eu uso. Aliás, está quase permanentemente ligado, no Outlook e no Word. Já faz parte da casa.”

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Mergulha, experimenta

No fim da conversa, perguntámos ao Pedro o que diria a um colega que ainda não usa a Legau. A resposta veio sem hesitar: “Mergulha, experimenta.” E acrescenta que é uma conversa que já teve várias vezes.

“Eu digo isso muitas vezes a colegas: é fenomenal aquilo que a Legau consegue fazer e a forma como tem ajudado na minha prática.”

“Acho que foi a melhor decisão que eu tomei nos últimos anos: contactar-vos para começar a usar a ferramenta.”

Pedro Geraldes Martins
Sócio fundador, GM Advogados

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